Se
levanteava a cidade vagarosa ela. No meio da madrugada, contra todas as
previsões.
Eram duas
horas da manhã e já os pássaros e os insetos se debandam e se debatiam em zigg
zigg mututu vri e improfundidades além.
Trombones e
tubas e trompetes. E a marcha, e o povo, e as velas. As crianças jogavam
festim, serpentina, mas se bem que pareciam entediadas, cantando. Marchas e passos
em ladrilho, hmmm queda lenta de pés, pode ser,, pensou.
LATIDOS
A chave. Uma
só. Aquela repousante do lado da cama do lado da parede. Geladinha. Ela já gasta
que só. Hm.
Virar-se da
cama é aquele barulhinho de tecidos roçando ((pronde ce vai)). Hm. Realmente preciso
sair um pouco. Pantufas (delicinha). No caminho da porta, o de sempre.
(mas já não tateava mais)
No caminho: “Tão
cedo, e tanto barulhi-Por quê” Hm. Se pá o sol já saíra. A
porta. Nhéco. (destrancada)
Caminho 2.
Crianças. Hm. Bolinhas, contas pelo chão. Cachorrin cachorrin cachorrin pss
pss.
Na sala de
exames, parou. Telenovelas, maquininhas bíbí pibó (...) diálogos cruzados e infelizmente indecifráveis. Roteirinhos. Pensava nos outros parado no meio da sala.
licença
moço
[Cheiros
fúnebres]
ALÔ, moço
(ô fab, ce num
tá vendo que o homem não enxerga)
((vixe...))
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