Eu me lembrava dela tão alegre, sentada em sua cama, balançando as pernas. Me falando sobre os textos que escrevia, contando piadas, jogando conversa fora. Ela era simplesmente maravilhosa. Uma felicidade me atingia de repente quando eu pensava que ela era minha. Tínhamos feito tantos planos, eu sabia que era ela.
No momento em que ela sorriu ao me ver, depois de dois longos anos trocando cartas, eu soube que era ela. E agora finalmente juntos, poderíamos realizar todos os sonhos de que sempre falamos. Era uma alegria que tinha ficado guardada dentro de mim, uma tristeza transformada em raiva, que se dissipou do meu organismo ao vê-la, em seus plenos vinte anos, correndo na minha direção desde o portão de desembarque do aeroporto, e depois me abraçando. Era tão bom tê-la novamente, sentir seu cheiro doce mais uma vez, mas o melhor de tudo era saber que agora era pra sempre.
E assim vamos levando a vida! É a magia da felicidade [...]
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